• 000Banner_Revista_Blog_1170x300px.jpg
  • 00_Banner-para-blog--Conexão-Sicoob.png
  • 0_Banner_Blog_poupanca_automatica_1170x300px.jpg
  • 1_BannerBlog_Site_CreditoConsignado_Geral_1170x300px.jpg
  • 3_BannerBlog_facaParte_1170x300px.jpg
  • 4_BannerBlog_NovosApps_1170x300px.jpg

Taxas de crédito do Sicoob custam metade do valor cobrado por maioria dos bancos

Juros médios do Crédito Rotativo e Cheque Especial são os que apresentam maior diferença

Em um país com a maior taxa de empréstimo do planeta e com o spread bancário entre os mais altos do mundo, o Sicoob – sólida instituição financeira cooperativa do Brasil – cresce como alternativa de crédito mais justo nesse cenário.

Além do atendimento humanizado e personalizado, entre outras vantagens e diferenciais estão as taxas menores de juros. As opções atendem a diversas necessidades incluindo crédito pessoal, empresarial, financiamentos e consignado.

Se comparadas com os bancos tradicionais, as taxas praticadas pelo Sicoob são inferiores chegando, em alguns produtos, a menos da metade do valor cobrado pelos bancos tradicionais. “Este é um dos principais destaques das cooperativas financeiras e sempre foi assim. Os juros do cheque especial, por exemplo, somados as taxas cobradas no rotativo dos cartões de crédito são os maiores vilões no mercado. No Sicoob, oferecemos uma ampla linha de crédito com taxas bem mais vantajosas”, afirma Henrique Vilares, presidente do Sicoob Confederação. 

Cheque Especial  

Os juros do cheque especial se mantiveram num patamar altíssimo em 2017, mesmo com as sucessivas quedas da taxa Selic. Em janeiro deste ano, a média mensal dos bancos ficou em 12,8% ao mês. Já a do Sicoob, a taxa média de juros foi de 6,5% a.m. A Conta Garantida do Sicoob, que equivale ao cheque especial para pessoa jurídica, teve média mensal de 4,9% ao mês. A dos bancos, mais que o dobro, 13,1% a.m.

Cartão de Crédito Rotativo e Parcelado

Em janeiro de 2018, a média das taxas cobradas ao mês no Cartão de Crédito Rotativo dos bancos foi de 14,1% ao mês, enquanto que no Sicoob ficou em 7,9% ao mês. Na opção de Cartão de Crédito Parcelado, com possibilidade de parcelar o total da fatura, a média por mês no ano passado nas cooperativas do Sicoob ficou em 3,8% ao mês. A taxa das principais instituições tradicionais foi de 8,4% ao mês. 

Crédito Pessoal

Outra modalidade disponível, muito utilizada pelos correntistas e cooperados, que ajuda em despesas imediatas como, por exemplo, conserto do carro, pagamento de dívidas, reforma da casa etc, é o Crédito Pessoal. A média mensal cobrada pelo Sicoob em janeiro foi de 2,3% ao mês. Já a taxa de juros dos bancos para o crédito pessoal ficou em 3,4% ao mês. 

Capital de Giro

Crédito muito utilizado para o financiamento de operações de uma empresa, seja para aquisições para o estoque ou despesas operacionais, o Capital de Giro, também se mostra grande diferença em relação as taxas de juros cobradas pelo Sicoob. A média mensal do Sistema em janeiro foi de 1,8%, já a dos bancos foi de  2,9%. 

Economia

Considerando o volume de negócios realizados no Sistema Nacional de Crédito Cooperativo em 2017, e comparando os preços médios praticados nas cooperativas com os que seriam praticados pelos bancos nas mesmas operações, os cooperados, por contratarem com as próprias instituições financeiras (cooperativas), tiveram uma renda agregada ou uma economia na ordem de R$ 25 bilhões (aproximadamente R$ 2,5 mil por pessoa) no ano.

Informações Média de Taxas de Juros  

Nota: 
1) Referente a janeiro. 
2) Equivalente ao cheque especial pessoa jurídica do Sicoob. 
3) Equivalente ao capital de giro rotativo do Sicoob.

Sicoob finaliza 2017 com 19,2% de crescimento em ativos

O maior Sistema de Cooperativas Financeiras do Brasil, Sicoob, divulga seu balanço do exercício de 2017. Os ativos totais somaram R$ 90,4 bilhões, um crescimento de 19,2% em relação ao ano anterior. Com aumento de 15% no resultado financeiro, a marca contabilizou R$ 2,78 bilhões contra R$ 2,42 bilhões em 2016. Já o patrimônio líquido alcançou R$ 18,7 bilhões, um incremento de 14% ante R$ 16,4 bilhões registrados em 2017. 

No período, as operações de crédito apresentaram variação positiva de 11,4%, passando de R$ 38,5 bilhões para R$ 42,9 bilhões. Os financiamentos rurais e agroindustriais totalizaram R$ 12,3 bilhões, resultado 7,3% superior a 2016. A taxa média de juros praticada pelas cooperativas do Sicoob no crédito pessoal foi de 2,2% ao mês (29,7% ao ano), enquanto no mercado a média foi de 3,1% ao mês (44,3% ao ano).

O crescimento do setor é atribuído a fatores relacionado à solidez e o reconhecimento da população das vantagens e diferenciais oferecidos pelas cooperativas como taxas mais baixas, participação nos resultados, amplo portfólio de produtos e serviços, entre outros. 

 

Em depósitos totais, o Sicoob registrou acréscimo de 16,3%, alcançando R$ 55,7 bilhões versus R$ 47,9 bilhões referente ao ano anterior. Nos depósitos à vista a expansão foi de 28,4% e nos depósitos a prazo foi registrado crescimento de 13,9%. Já nos depósitos de poupança a evolução foi de 22,9%. 

O Sicoob remunerou em R$ 720 milhões (JCP do Balanço Combinado) o capital social dos cooperados. O Capital Social é parte do patrimônio de uma cooperativa financeira e é composto pelo somatório de todas as quotas-partes dos cooperados. 

Os cooperados também foram beneficiados com aumento da capilaridade regional e pontos de atendimento, com o incremento de 165 novas agências, totalizando 2.697 pontos de atendimento, sendo que em cerca de 200 municípios o Sicoob é a única instituição financeira presente. Ao todo são mais de 1,2 milhão de brasileiros que não eram atendidos pelo sistema bancário tradicional, elevando a inclusão financeira por meio do cooperativismo financeiro. 

“O cooperativismo é um sistema vantajoso, a movimentação financeira é menos onerosa ao correntista, não temos tantas tarifas como no sistema financeiro tradicional, as cooperativas praticam a política do melhor juro, é mais baixo para quem toma e mais alto para quem aplica. Além disso,  as cooperativas estão inseridas regionalmente e os resultados da instituição retornam para a região onde a cooperativa atua”, destaca Henrique Castilhano Vilares, presidente do Sicoob. 

O Sicoob também foi reconhecido como o 39º maior grupo empresarial do país pelo anuário Melhores e Maiores da Revista Exame. O ranking tem como base as informações financeiras de grandes empresas do país, por meio de levantamento de demonstrações contábeis com o parecer de auditores independentes. Além disso, ocupou a 1ª colocação entre os grupos empresariais que mais cresceram por receita no setor de finanças no Anuário Valor Grandes Grupos. 

Em dezembro de 2017 o Sicoob passou a ser a quinta maior rede de atendimento no Brasil, com 2.697 agências. Enquanto as instituições financeiras tradicionais fecharam mais de 1.400 agências, o Sistema expandiu 5,7% em 2017 comparado com o ano anterior. 

Paralelo ao crescimento da rede de atendimento, o Sicoob alcançou a marca histórica de 4 milhões de cooperados no final de 2017. Desse total, cerca de 30% são Millennials (também conhecidos como geração Y). A evolução foi de 12,8% em relação ao ano de 2016, o que representa 456 mil novos cooperados. 

A instituição ainda contribuiu para a redução do desemprego no País, movimento contrário à realidade brasileira, ao expandir em 7,9% os postos de trabalho. Atualmente o Sicoob gera 37,7 mil empregos diretos em sua área de atuação.

Em consonância com as tendências do mercado financeiro, o Sicoob investiu R$ 250 milhões em tecnologia durante o ano de 2017. Além disso, as transações em canais digitais já representam 71% do total de operações do Sicoob, denotando os avanços tecnológicos do Sistema. 

Conheça as novas regras para movimentações em espécie

Atenção, cooperados: a partir de 26 de dezembro, saques de valor igual ou superior a 50 mil reais deverão ser programados com três dias de antecedência – segundo as determinações do Banco Central (Circular Bacen nº 3.839/17).

Além disso, de acordo com outra circular (nº 3.461/09), as operações a partir de 10 mil reais em espécie deverão ser justificadas quanto a finalidade e as pessoas envolvidas identificadas. 

De acordo com o Banco Central, os ajustes são resultados das discussões realizadas pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), que busca aperfeiçoar procedimentos e controles relativos a operações envolvendo recursos em espécie. Fiquem ligados!

Sicoob recebe prêmio Relatório Bancário 2017

Na última segunda-feira (4), o Sicoob conquistou o prêmio Relatório Bancário com app Faça Parte como melhor aplicativo de abertura de conta digital. Promovido pelo Relatório Bancário, da Cantarino Brasileiro, o prêmio está na 13ª edição e teve 299 cases inscritos.

Como um dos pilares da Estratégia Digital do Sicoob, o app Faça Parte foi idealizado para otimizar o processo de associação de cooperados, sem a necessidade de a pessoa comparecer presencialmente a uma agência, além de permitir o acesso a serviços financeiros para pessoas residentes em regiões remotas do país. O objetivo desse app é fortalecer a atuação do Sistema no mercado financeiro nacional, diante da adoção de novas tecnologias e do uso efetivo de plataformas no ambiente digital. 

O Sicoob possui um histórico positivo na premiação. Em 2015, o aplicativo móvel do Sistema de Informática do Sicoob – Sisbr, foi contemplado com o título de melhor solução mobile. Já em 2016, o Sicoob foi eleito a Melhor Plataforma de Crédito Rural e Melhor Inovação em Crédito, pelo projeto idealizado para agilizar o processo de concessão de crédito nas operações de agronegócios. Ainda em 2016, o Bancoob – braço financeiro do Sistema – recebeu o título de Banco do Ano.

Sobre o prêmio

Reconhecido como a principal premiação do setor financeiro, a finalidade do Prêmio Relatório Bancário é promover as principais iniciativas e práticas, contribuindo para o aprimoramento do setor.

A avaliação dos cases é realizada por especialistas e formadores de opinião ligados ao mercado financeiro que elegem os vencedores em cada categoria. Também são premiados os principais bancos e personalidades financeiras indicadas pelo mercado.

A segunda onda das fintechs

Depois de um boom inicial, as startups financeiras entram em curva de amadurecimento. Agora, o foco está na eficiência e na maior segurança jurídica dos contratos - e as organizações tradicionais buscam empreender também.

Em setembro, um brasileiro assumiu a presidência do Conselho de Diretores da Aliança para Inclusão Financeira (AFI, na sigla em inglês). A organização internacional viabiliza a troca de experiências entre 90 países na busca de soluções que ajudem a tornar a inclusão financeira mais efetiva - a edição de 2014 do Global Findex Database revela que 2 bilhões de pessoas não têm acesso a bancos e serviços financeiros; no Brasil, são 55 milhões. Em sua cerimônia de posse, no Egito, o diretor do Banco Central Isaac Sidney Menezes destacou o importante papel das fintechs para isso. Mas fez um alerta: "Esse avanço da tecnologia tem de ser acompanhado por um ambiente regulatório que dê segurança tanto ao usuário como aos empreendedores".

Depois da onda empreendedora iniciada em 2012, as fintechs ganharam envergadura e agora entram na segunda onda—ade ganhar escala, competitividade e segurança jurídica dos contratos. “Daí o crescimento de aceleradoras, incubadoras, investidores, propostas de regulação e programas voltados especificamente a essas empresas”, como ressalta Marcelo Bradaschia, cofundador da consultoria Clay Innovation e do radar setonal FintechLab. A segunda onda também está levando as fintechs a buscar algum nível de sinergia com os players mais tradicionais. Afinal, a lógica é se preparar com urgência para o imenso crescimento que está por vir. Dos US$ 313 milhões transacionados por fintechs brasileiras hoje, elas podem chegar a movimentar US$24 bilhões nos próximos anos, conforme projeção do Goldman Sachs. É por isso que tanto as startups existentes como as novas entrantes estão se dando conta da necessidade de amadurecer rápido. Os players tradicionais estão sendo particularmente influenciados pela segunda onda das fintechs; buscam se aproximar dessas startups como se todas estivessem tentando virar fintechs. A motivação desse movimento parece estar bem clara também: segundo pesquisa da PwC Brasil, os profissionais de instituições financeiras acreditam que as fintechs podem lhes tirar até 24% da receita atual. Entre as instituições da velha guarda, a ordem é “defesa!”, como nos jogos de basquete da NBA. "De um lado, os bancos podem se defender lançando produtos s serviços similares aos das startups, o que deve acontecer, mas, de outro, eles também criarão fintechs ou investirão nas existentes", afirma Rafael Pereira, presidente da Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD). "Com o ecossistema mais dinâmico, as parcerias são uma resposta mais sofisticada que concorrer."

 

Casos exemplares

Os bancos estão começando a entender que, da mesma forma que Uber, Cabify e 99 fizeram com a mobilidade nas cidades, as fintechs propõem uma verdadeira transformação digital nos serviços financeiros. Seus gestores reconhecem isso quando, ao lado das corriqueiras remodelagens de pacotes, quebram os próprios paradigmas, como foi a extinção da necessidade de presença física para aberturas de contas, possível também graças a uma resolução de 2016 do Banco Central. No Itaú-Unibanco e no BTG Pactual, por exemplo, essas movimentações já são 100% eletrônicas. Contratações e operações podem ser feitas com um simples toque do smartphone. As tradicionais cooperativas de crédito estão também adaptando seus produtos e serviços no embalo das fintechs. Com duas décadas de atuação e 3,7 milhões de cooperados, o Sicoob viu as transformações digitais quase dobrarem no primeiro semestre deste ano, na comparação no mesmo período de 2016 - 71% das operações já são totalmente digitais. Então, resolveu amplificar esse crescimento com dois aplicativos: o Faça Parte, voltado ao cooperado, e o Conta Fácil, para quem deseja uma conta simplificada. Os dois apps oferecem serviços de pagamento por meio de leitura automática de código de barras (ou importação de arquivos PDF), depósitos de cheques com a câmera de celular, transferências com reaproveitamento das transações recentes, consulta e navegação por Waze e Google Maps até os pontos de atendimento. "À medida que os clientes vão percebendo que as operações digitais são seguras, os serviços vão crescendo", avalia Francisco Reposse Jr., diretor-operacional do Sicoob.

Fonte: Revista HSM Management

Cooperativas financeiras têm os juros mais baixos do mercado mesmo com cobrança de IOF

Os empréstimos feitos em cooperativas financeiras passaram a pagar IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Até então elas eram isentas. As alíquotas agora são iguais as que incidem nos empréstimos feitos em outras instituições financeiras: 0,38% mais 0,0082% ao dia, o que equivale a 3% ao ano.

Segundo especialistas, mesmo com a cobrança as cooperativas vão continuar sendo uma opção interessante para quem procura empréstimo mais barato. Isso se explica pelo fato das cooperativas não possuírem fins lucrativos o que possibilita a oferta de taxas de juros mais competitivas. Os juros cobrados pelas cooperativas podem chegar a metade daquele praticado no mercado.

Além disso, as cooperativas continuam sendo atrativas por oferecerem outros produtos financeiros como cartões de crédito, conta corrente, investimentos, previdência, poupança, entre outros, com taxas e tarifas mais acessíveis.

Para ter acesso a todos os produtos e serviços oferecidos pelas cooperativas financeiras é necessário ser cooperado. Qualquer pessoa (física ou jurídica) pode ter uma conta em uma cooperativa financeira.

O processo de adesão a uma cooperativa é igual a abrir uma conta em instituições financeiras tradicionais: você deve apresentar documentos de identidade, como RG e CPF, comprovante de residência e comprovante de renda.

JoomShaper