• 00Banner_Samsung_Pay_920x239px_1.jpg
  • 0_ba_0018_18_banner_web_externo_920x239px_final.jpg
  • 1_Banner_Revista_Blog_1170x300px.jpg
  • 2_Blog_1170x300px.jpg

A segunda onda das fintechs

Depois de um boom inicial, as startups financeiras entram em curva de amadurecimento. Agora, o foco está na eficiência e na maior segurança jurídica dos contratos - e as organizações tradicionais buscam empreender também.

Em setembro, um brasileiro assumiu a presidência do Conselho de Diretores da Aliança para Inclusão Financeira (AFI, na sigla em inglês). A organização internacional viabiliza a troca de experiências entre 90 países na busca de soluções que ajudem a tornar a inclusão financeira mais efetiva - a edição de 2014 do Global Findex Database revela que 2 bilhões de pessoas não têm acesso a bancos e serviços financeiros; no Brasil, são 55 milhões. Em sua cerimônia de posse, no Egito, o diretor do Banco Central Isaac Sidney Menezes destacou o importante papel das fintechs para isso. Mas fez um alerta: "Esse avanço da tecnologia tem de ser acompanhado por um ambiente regulatório que dê segurança tanto ao usuário como aos empreendedores".

Depois da onda empreendedora iniciada em 2012, as fintechs ganharam envergadura e agora entram na segunda onda—ade ganhar escala, competitividade e segurança jurídica dos contratos. “Daí o crescimento de aceleradoras, incubadoras, investidores, propostas de regulação e programas voltados especificamente a essas empresas”, como ressalta Marcelo Bradaschia, cofundador da consultoria Clay Innovation e do radar setonal FintechLab. A segunda onda também está levando as fintechs a buscar algum nível de sinergia com os players mais tradicionais. Afinal, a lógica é se preparar com urgência para o imenso crescimento que está por vir. Dos US$ 313 milhões transacionados por fintechs brasileiras hoje, elas podem chegar a movimentar US$24 bilhões nos próximos anos, conforme projeção do Goldman Sachs. É por isso que tanto as startups existentes como as novas entrantes estão se dando conta da necessidade de amadurecer rápido. Os players tradicionais estão sendo particularmente influenciados pela segunda onda das fintechs; buscam se aproximar dessas startups como se todas estivessem tentando virar fintechs. A motivação desse movimento parece estar bem clara também: segundo pesquisa da PwC Brasil, os profissionais de instituições financeiras acreditam que as fintechs podem lhes tirar até 24% da receita atual. Entre as instituições da velha guarda, a ordem é “defesa!”, como nos jogos de basquete da NBA. "De um lado, os bancos podem se defender lançando produtos s serviços similares aos das startups, o que deve acontecer, mas, de outro, eles também criarão fintechs ou investirão nas existentes", afirma Rafael Pereira, presidente da Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD). "Com o ecossistema mais dinâmico, as parcerias são uma resposta mais sofisticada que concorrer."

 

Casos exemplares

Os bancos estão começando a entender que, da mesma forma que Uber, Cabify e 99 fizeram com a mobilidade nas cidades, as fintechs propõem uma verdadeira transformação digital nos serviços financeiros. Seus gestores reconhecem isso quando, ao lado das corriqueiras remodelagens de pacotes, quebram os próprios paradigmas, como foi a extinção da necessidade de presença física para aberturas de contas, possível também graças a uma resolução de 2016 do Banco Central. No Itaú-Unibanco e no BTG Pactual, por exemplo, essas movimentações já são 100% eletrônicas. Contratações e operações podem ser feitas com um simples toque do smartphone. As tradicionais cooperativas de crédito estão também adaptando seus produtos e serviços no embalo das fintechs. Com duas décadas de atuação e 3,7 milhões de cooperados, o Sicoob viu as transformações digitais quase dobrarem no primeiro semestre deste ano, na comparação no mesmo período de 2016 - 71% das operações já são totalmente digitais. Então, resolveu amplificar esse crescimento com dois aplicativos: o Faça Parte, voltado ao cooperado, e o Conta Fácil, para quem deseja uma conta simplificada. Os dois apps oferecem serviços de pagamento por meio de leitura automática de código de barras (ou importação de arquivos PDF), depósitos de cheques com a câmera de celular, transferências com reaproveitamento das transações recentes, consulta e navegação por Waze e Google Maps até os pontos de atendimento. "À medida que os clientes vão percebendo que as operações digitais são seguras, os serviços vão crescendo", avalia Francisco Reposse Jr., diretor-operacional do Sicoob.

Fonte: Revista HSM Management

Cooperativas financeiras têm os juros mais baixos do mercado mesmo com cobrança de IOF

Os empréstimos feitos em cooperativas financeiras passaram a pagar IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Até então elas eram isentas. As alíquotas agora são iguais as que incidem nos empréstimos feitos em outras instituições financeiras: 0,38% mais 0,0082% ao dia, o que equivale a 3% ao ano.

Segundo especialistas, mesmo com a cobrança as cooperativas vão continuar sendo uma opção interessante para quem procura empréstimo mais barato. Isso se explica pelo fato das cooperativas não possuírem fins lucrativos o que possibilita a oferta de taxas de juros mais competitivas. Os juros cobrados pelas cooperativas podem chegar a metade daquele praticado no mercado.

Além disso, as cooperativas continuam sendo atrativas por oferecerem outros produtos financeiros como cartões de crédito, conta corrente, investimentos, previdência, poupança, entre outros, com taxas e tarifas mais acessíveis.

Para ter acesso a todos os produtos e serviços oferecidos pelas cooperativas financeiras é necessário ser cooperado. Qualquer pessoa (física ou jurídica) pode ter uma conta em uma cooperativa financeira.

O processo de adesão a uma cooperativa é igual a abrir uma conta em instituições financeiras tradicionais: você deve apresentar documentos de identidade, como RG e CPF, comprovante de residência e comprovante de renda.

Investir em cooperativa é mais rentável

De acordo com dados divulgados pelo Banco Central do Brasil (BCB), a diferença entre as taxas praticadas na captação de recursos e nas operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) continuam aumentando.

A taxa média da captação de recursos (remuneração do depósito a prazo) do SFN, em setembro de 2015, foi de 10,8% a.a. (ao ano), enquanto a do Sicoob foi de 13,6% a.a., diferença de 2,8 p.p. (ponto percentual). Em junho deste ano, as taxas foram de 10,8% a.a. e 11,2% a.a., respectivamente (diferença de 1,4 p.p.).

Já a taxa média das operações de crédito (concessões ao cliente/associado) do SFN, foi de 29,3% a.a., em contrapartida, a do Sicoob foi de 24,8% a.a., diferença de 4,6 p.p. No sexto mês deste ano, as taxas foram de 27,6% a.a. e 21,1% a.a., respectivamente (diferença de 6,5 p.p.).

TAXAS DE JUROS – SICOOB X SFN (EM % A.A)

Horário de verão muda o período de funcionamento do Sicoob a partir do dia 19

Durante o horário de verão, que começa a valer no próximo dia 19 e vai até o dia 22 de fevereiro de 2016, o Sicoob localizado nos Estados que aderiram ao horário de verão, terão novo horário de funcionamento. Dessa forma, todos deverão antecipar os relógios em sessenta minutos (1 hora). São eles:

* Espírito Santo (ES);

* Goiás (GO);

* Mato Grosso (MT);

* Mato Grosso do Sul (MS);

* Minas Gerais (MG);

* Paraná (PR);

* Rio de Janeiro (RJ);

* Rio Grande do Sul (RS);

* Santa Catarina (SC);

* São Paulo (SP);

* Distrito Federal (DF).

Os pontos de atendimento localizados nas regiões não abrangidas pelo horário de verão irão antecipar o atendimento bancário em sessenta minutos (1 hora) nos seguintes Estados:

* Alagoas (AL);

* Amapá (AP);

* Amazonas;(AM)

* Bahia (BA);

* Ceará (CE);

* Maranhão;(MA)

* Pará (PA);

* Paraíba (PB);

* Pernambuco(PE);

* Piauí (PI);

* Rio Grande do Norte (RN);

* Rondônia (RO);

* Roraima (RR);

* Sergipe (SE);

* Tocantins (TO).

Ficam de fora do horário de verão as seguintes regiões:

* Acre (AC)

* Manaus (AM)

* Belém (PA) e sua região metropolitana: Ananindeua, Benevides, Marituba e Santa Bárbara do Pará;

* Recife (PE) e sua região metropolitana: Abreu e Lima; Camaragibe; Jaboatão dos Guararapes; Olinda e Paulista;

* Salvador (BA) e sua região metropolitana: Candeias, Camaçari, Dias D’Avila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, São Francisco do Conde, Simões Filho e Vera Cruz.

Portanto, nas regiões citadas acima não haverá alteração no horário de atendimento ao cooperado/cliente.

Greve dos bancários não afeta funcionamento das cooperativas financeiras

A greve dos bancários, que teve início hoje (6) em todo país, não atinge a abertura e as operações das cooperativas financeiras, que se tornam uma das alternativas àqueles que precisam utilizar serviços financeiros e enfrentam dificuldades devido à paralisação da categoria.

Os clientes de instituições bancárias podem pagar contas de água, luz, telefone, boletos bancários, carnês, IPVA e todos os tributos com códigos de barra que ainda estejam no prazo de vencimento em qualquer um dos 2,3 mil pontos de atendimento das cooperativas do Sicoob (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil), distribuídos em 25 estados e no Distrito Federal.

Consulte na sua cidade a disponibilidade de atendimento à não associados.

Para saber o ponto de atendimento do Sicoob mais próximo, acesse o site www.sicoob.com.br

Americana presidirá o Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito

Pela primeira vez na história do Woccu uma mulher assume o comando do maior organismo de representação do cooperativismo de crédito do mundo.

Um marco histórico para o cooperativismo mundial de crédito ocorreu hoje, em Denver, nos Estados Unidos. Pela primeira vez, uma mulher assume a presidência do Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito ou Woccu, como é mais conhecido o World Council of Credit Unions. Anne Cochran, presidente da Liga Americana de Crédito do estado da Louisiana, também primeira vice-presidente do colegiado, foi eleita durante a Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito, promovida pelo Woccu. Embora seu país natal seja a Irlanda, Anne é a representante dos Estados Unidos no Conselho Mundial.

A notícia soa como um importante reconhecimento à contribuição feminina ao movimento cooperativista global, especialmente neste ano, quando a Aliança Cooperativa Internacional definiu como tema central de suas ações a equidade entre os cooperados.

Integrante de longa data do Woccu, Anne tem atuado em diversas frentes do Conselho, participando de eventos internacionais, algumas vezes, inclusive como porta-voz. Dedica todo o seu tempo a ajudar organizações de cooperativas de crédito a crescer e prosperar. Também faz parte da Rede Global de Mulheres Líderes, cuja missão é desenvolver associações de mulheres ao redor do mundo. Faz parte da lista das 50 americanas mais influentes do país.

Em 2006 foi agraciada com o Prêmio Âncora, conferido pela Fundação Nacional de Cooperativas de Economia e Crédito dos Estados Unidos, por sua força, perseverança e capacidade de liderar e ajudar as cooperativas de crédito a superarem todas as dificuldades advindas do desastre provocado pelo furacão Katrina.

SAIBA MAIS – O Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito promove o desenvolvimento sustentável das cooperativas de crédito ao redor do mundo. Seus programas de assistência técnica introduzem novas ferramentas e tecnologias para fortalecer o desempenho financeiro das cooperativas de crédito e aumentar o seu alcance. O Conselho Mundial implementou mais de 290 programas de assistência técnica em 71 países. São 57 mil cooperativas de crédito em 103 países, que atendem 208 milhões de pessoas.

Fonte: Com irformações da OCB
JoomShaper